Levantamento e metodo, ainda por aprovar: - SPEC-opendesign-migration.md: plano de migrar as skills e agents do plugin para o Open Design como motor unico, com design systems geridos la (Descomplicar e um por cliente) - DRAFT-metodo-design-pro.md: contrato de entrada com 4 pilares, fluxo em 4 fases, regra do hero, pipeline template-first (Envato e galerias) e directrizes de operacao no Open Design Nenhum destes documentos esta validado por uso real. O primeiro teste (WhatSMS) falhou no enquadramento — ver nota no topo do metodo. Co-Authored-By: Claude Opus 4.8 (1M context) <noreply@anthropic.com>
7.0 KiB
DRAFT — Método Design Pro (camada de processo sobre Open Design)
Estado: Rascunho — origem: síntese Gemini de vídeos de páginas de alta qualidade (2026-07-22), adaptado ao stack Descomplicar. Aplica-se a: websites/landing pages, propostas comerciais, decks PPTX, banners, vídeo — qualquer artefacto de design.
1. Contrato de Entrada (Zero Rascunhos Genéricos)
Proibido gerar qualquer artefacto sem os 4 pilares explícitos ou deduzidos e confirmados:
- Objectivo comercial — o que o utilizador/cliente deve sentir ou fazer no fim.
- Layout narrativo — ordem exacta das secções/slides e comportamento de transição (scrollytelling em web; arco narrativo em decks/propostas).
- Personalidade da marca — tom de voz, paleta intencional, espaçamento generoso (editorial feel). Fonte: design system no OD (Descomplicar ou cliente).
- Público-alvo — perfil exacto que justifica a conversão.
Sem os 4 pilares → perguntar/deduzir e validar. Nunca template pré-feito como resposta.
2. Fluxo em 4 fases (mapeado às skills OD)
| Fase | O quê | Skills OD |
|---|---|---|
| F1 Arquitectura | Grelha estrutural, tipografia, hierarquia de blocos (wireframe visual) | design-consultation, design-brief, design system |
| F2 Direcção artística | Implementação com micro-interacções, profundidade, impacto no início. Web: Next.js/TS + Tailwind + Framer Motion | creative-director, high-end-visual-design, frontend-design, gsap-*/emilkowalski-motion |
| F3 Variantes (Regra do Hero) | Secção crítica → 3-5 abordagens estruturais distintas (split / centered minimal / inset frame) para selecção antes de avançar | runs paralelos no OD, design-shotgun local; Google Stitch (stitch-loop, stitch-design-taste) para ideação rápida de variantes UI a partir de prompt/sketch/screenshot, com export Figma |
| F4 Auditoria adversarial | Validação crítica antes de entrega: consistência visual, tipos TS, acessibilidade, bundle, fluidez de animação, anti-AI-slop | design-review, impeccable-design-polish, pptx-html-fidelity-audit (decks) |
3. Regra de Ouro da Modificação
- Macro (estrutura, layout, fluxo de páginas/secções) → resolvido e validado primeiro, ao nível global.
- Micro (espaçamentos, CTAs, detalhes) → só depois do macro aprovado. Nunca misturar os dois níveis na mesma iteração.
4. Pipeline Template-First (Envato & afins)
Um template profissional pode substituir F1+F2 — entra como ponto de partida, nunca como entrega directa.
4.1 Duas categorias de fonte
A. Templates com código/ficheiros (adaptáveis):
- Envato/ThemeForest (HTML, Next.js, Elementor kits, PPTX, vídeo) — licença cobre projectos de cliente
- UI8, Craftwork (UI kits), Relume (biblioteca Figma de secções), Framer/Webflow templates
B. Galerias de inspiração (extracção de DNA, nunca cópia):
- Dribbble, Pageflows, Recent.design, Landingfolio, Screensdesign
- Mobbin (fluxos de apps reais), Awwwards, Godly, Land-book, Lapa Ninja, SaaSFrame
4.2 Fluxo de adaptação (categoria A)
- Seleccionar — escolher template alinhado com o layout narrativo do Contrato de Entrada (não o contrário).
- Extrair — estrutura, grelha, tokens do template (
brand-extract,image-to-code,web-clone, análise directa dos ficheiros). - Retheme — aplicar o design system do cliente/Descomplicar sobre a estrutura (
theme-factory,redesign-existing-projects). Zero cores/fontes do template sobram. - Recontentar — copy e conteúdo reais segundo os 4 pilares; remover secções que não servem o objectivo comercial (cortar > acrescentar).
- F4 Auditoria — igual ao fluxo normal; atenção extra a resíduos do template (placeholders, lorem ipsum, links demo, créditos).
4.3 Fluxo de referência (categoria B)
- Capturar screenshots/URLs das referências escolhidas.
- Extrair DNA: paleta, tipografia, grelha, ritmo de secções, padrões de interacção (
design-researcher/ visão OD). - DNA alimenta F1/F2 como direcção de arte — o artefacto é gerado de raiz com o nosso design system.
4.4 Biblioteca local de templates
- Templates descarregados (Envato) arquivados em pasta própria com metadados (fonte, licença, tags de uso) — candidata:
Hub/04-Recursos/Design/templates/— para reutilização entre projectos. - Cada adaptação bem-sucedida regista o par template→resultado para acelerar selecções futuras.
5. Directrizes operacionais do agente no Open Design
Regras de execução para qualquer agente (Claude Code, Gemini CLI) a operar como motor no OD. As que repetem as secções 1–3 não se duplicam — referem-se.
- Contrato de Entrada (secção 1) — os 4 pilares antes de qualquer geração.
DESIGN.mdé o contrato da marca — todas as decisões visuais (tipografia, paleta, espaçamento, componentes) vêm doDESIGN.mdactivo do projecto OD, nunca de adivinhação. A skill define o quê; oDESIGN.mddefine como fica. Manter oDESIGN.mdsincronizado com o design system (Descomplicar ou cliente).- Declarar a skill/formato certo — indicar explicitamente o tipo de saída (
web-prototype,dashboard,mobile-app,deck) para activar a directriz OD correcta. - Macro → micro (secção 3, Regra de Ouro).
- Variantes antes de fechar (secção 2, F3) — 3 a 5 variações radicalmente diferentes da secção crítica, resto igual; escolher direcção, só depois refinar.
- Referências visuais concretas — screenshots via menção
@no chat OD ou ficheiros no projecto; nunca só descrição textual quando existe referência (liga à secção 4.3). - Ecossistema no mesmo projecto OD — landing + dashboard + app do mesmo cliente vivem no mesmo projecto, para herdar
DESIGN.md, paleta e tipografia sem deriva (handoff contínuo). - Componentes externos adaptados, não recriados — gráficos animados, tabelas complexas: importar de bibliotecas (ex: 21st.dev, shadcn/ui) e adaptar ao design system, em vez de gerar do zero.
- Acesso directo via MCP — usar
mcp__open-design__*(get_artifact, write_file, search_files, start_run) para trabalhar sobre o código vivo do projecto; nunca depender de exports estáticos/zips. Passarprojectexplícito (contexto activo expira ~5 min). - Código final limpo e exportável — HTML/CSS/JS determinístico, responsivo em iframe isolado, pronto para a equipa importar para React/Next.js/Vue sem limpeza. Nada de placeholders, estilos inline órfãos ou dependências fantasma. (Web em produção segue depois PROC-DEV-STANDARD no dev container.)
6. Integração futura (após aprovação do SPEC v3.0.0)
- Este método torna-se o corpo da skill
design(router) — gate de contrato + orquestração das 4 fases. - Para websites, avaliar skill dedicada
create-pro-website(Next.js/TS/Tailwind/Framer Motion) que empacota o output OD no nosso stack (dev container, regra 48). - Quality gate: nenhuma entrega sem F4 com score ≥7/10 (design-critic) e zero findings bloqueantes do design-review.